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Dynavector DRTXV1S

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Dynavector DRTXV1S

A célula Dynavector DRTXV1S é um modelo com um circuito magnético único no mundo – possui oito pequenos ímanes de alnico, bem como o flux damper e o softene...

A célula Dynavector DRTXV1S é um modelo com um circuito magnético único no mundo – possui oito pequenos ímanes de alnico, bem como o flux damper e o softened magnetism já conhecidos da marca.

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5,400.00

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Descrição

Modelo com um circuito magnético único no mundo

Possui oito pequenos ímanes de alnico, bem como o flux damper e o softened magnetism já conhecidos da marca. Estes oito ímanes são separados em dois grupos de quatro, ambos estabilizados magneticamente por bobinas. Esta geometria atípica permite obter um campo magnético mais linear do que nos modelos MC convencionais.

Estas alterações não são significativas nas especificações técnicas convencionais mas permitem obter melhorias notórias na imagem sonora reproduzida e uma extensão das frequências sem qualquer sinal de agressividade.

Brand

Dynavector

A Dynavector é um produtor de cabeças de leitura de bobina móvel (vulgo moving coil) de altíssima qualidade, possuindo profundos conhecimentos teóricos e alta tecnologia de produção desde há trinta anos. O entusiasmo gerado pela aparição do CD causou uma diminuição da produção analógica, com a inevitável consequência do desaparecimento de muitos especialistas de alta fidelidade. No entanto, a confiança depositada pela Dynavector na superioridade analógica face ao domínio digital, levou a perseverar na investigação, a fim de melhorar continuamente a qualidade sónica das suas cabeças de leitura de bobina móvel. A Dynavector lançou a si própria este desafio, de forma a proteger as coleções dos numerosos melómanos e a encorajar o público em geral a apreciar a superioridade do mundo analógico: uma cabeça de leitura, independentemente do seu preço, pode soar muito melhor que qualquer leitor de CD, por mais sofisticado que este seja. A provar o bem fundado desta atitude é a situação atual, com as vendas de vinil a crescer nos últimos dez anos! Este ressurgimento prova que a qualidade prevalece a longo prazo e fenómenos de moda são sempre efémeros, com um núcleo cada vez maior e mais forte de clientes e vendedores amantes da reprodução analógica que reconhecem os limites impostos pelos 16 bits / 44.1 KHz. As inovações que introduziram na conceção das cabeças de leitura provam que o som extraído dos discos de vinil tem muito mais potencial musical que qualquer CD. Tal asserção tem fundamentos lógicos e rigorosos: a distorção digital é elevadíssima a 20 KHz, por exemplo, e as fases de conversão e reconversão são sempre elementos que degradam o som, analógico por definição. A concepção da agulha, do diamante, da suspensão, etc. é quase perfeita do ponto de vista dinâmico em todos os modelos da gama Dynavector, conferindo uma notoriedade mundial à marca. Outro facto importante na performance de uma agulha, constantemente esquecido, o relativo às interferências entre o circuito magnético e o sistema vibratório, foi estudado e desenvolvido pela Dynavector. Muitos dos materiais empregues atualmente em cabeças de leitura de alta gama devem a sua razão de existir ao simples facto de serem novos e de alta tecnologia. Na Dynavector, foram tidas em conta as influências teóricas dos circuitos magnéticos na reprodução sonora, antes de se conceber os modelos XX-2 e XV-1s. Foi desta maneira detetado um subtil fluxo magnético dentro do circuito, facto totalmente ignorado até então pela totalidade dos fabricantes de cabeças de leitura de bobina móvel. Através de cálculos e experiências, foi provado que mesmo um pequeno desvio de fluxo deforma de maneira significativa a força magnética, afetando a distorção de intermodulação no sinal de saída, quando são utilizados ímanes de alta energia (samário-cobalto ou neodímio-boro) que permitem um nível de saída elevado. Este efeito é provocado pela alta resistência magnética deste tipo de ímanes. O modelo XX-2 foi o primeiro modelo a possuir o flux damper e o softened magnetism, a fim de evitar esta flutuação magnética não desejada. Todas as cabeças de leitura da nova série (MK II) possuem igualmente as inovações já referidas, introduzidas no nosso modelo topo de gama desde a primeira versão. Estas duas inovações eliminaram a aspereza e agressividade frequentemente encontradas nos modelos de bobina móvel, sem alterar minimamente a resposta de frequência, tornando perfeitamente audíveis as diferenças e provando assim que as diferentes características não são forçosamente detectadas pelos testes convencionais de tempo e frequência. Com as recentes inovações introduzidas, acreditamos que praticamente todos os discos de vinilo, novos ou velhos, são capazes de reproduzir a música de uma forma perfeitamente natural, incapaz de se obter através de um CD.

Especificações

Tipo Célula de bobina móvel de baixa saída com íman de alnico e Flux damper
Tensão de saída 0,3mV (a 1KHz, 5cm/sec.)
Separação entre canais 30 dB (a 1KHz)
Equilíbrio entre canais 1,0 dB (a 1KHz)
Frequência de resposta 20 – 20.000Hz (± 1dB)
Compliance 10 x 10-6 cm/dyn
Peso de leitura 1,8 – 2,2 grams
Impedância R=6 ohms, L=18 micro Henry
Carga recomendada > 30 ohms
Cantilever boron sólido, com 6mm comprimento e 0,3mm diâmetro
Geometria da agulha contact line PF 7×30 micron
Peso 12,6 g
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